aeronaves CX

martes, 6 de mayo de 2014

1er Raid aéreo del Sur en el que participa aeronave Uruguaya


Por Mariana Honesko
www.vvale.com.br


Ao longo de uma hora, dez aviões pousaram no aeroporto José Cleto. A cena, incomum em União da Vitória, chamou a atenção da comunidade e agradou especialmente os pilotos da região. Foram eles que receberam com hospitalidade os aventureiros da primeira edição do Raid Aéreo.
A iniciativa é particular, reuniu pilotos de todo o Brasil e de países da América Latina e começou há uma semana, no aeroporto Costa Esmeralda, em Porto Belo (SC). Ao longo de sete dias, os aventureiros visitaram várias cidades. Nesta sexta-feira, 2, pousaram no José Cleto antes de encerrar a aventura em Itapema, no litoral catarinense. “É um orgulho que eles tenham escolhido a nossa cidade tendo em vista que eles passaram apenas em cidades turísticas”, disse o empresário e membro do Clube de Aviação Asas do Iguaçu, Antônio Alexandre Moreira, que recepcionou os visitantes. O roteiro do grupo confirma a vaidade de Moreira: antes de União da Vitória, os pilotos estavam em Foz do Iguaçu (PR).
Piloto comercial, Ricardo Gonzalez pousou com tranquilidade no aeroporto José Cleto
Piloto comercial, Ricardo Gonzalez pousou com tranquilidade no aeroporto José Cleto (Bruna Kobus/Jornal O Comércio)
Pelos céus do Brasil
A aventura começou com 50 aeronaves, mas terminou apenas com dez. Conforme a organização, a redução é normal já que alguns pilotos tem liberdade para optar por outros destinos ou voltar à sua cidade natal. Alguns comportam-se assim especialmente diante de situações inesperadas. Mau tempo e a consequente dificuldade em voar justificam a mudança de rota.
O uruguaio, Ricardo Gonzalez, chegou até o final e foi o primeiro a pousar em União da Vitória, após pouco mais de uma hora de voo desde as cataratas. “Fizemos um voo muito bom”, sorri ele que de seus 60 anos, dedica 42 à profissão. Gonzalez é piloto comercial e por conta da profissão, morou cinco anos na Europa. “O céu é maravilhoso. Melhor estar lá que no chão”, brinca.
Álvaro, de Itapema, encontrou dificuldades em Foz do Iguaçu mas também fez um bom voo
Álvaro, de Itapema, encontrou dificuldades em Foz do Iguaçu, mas também fez um bom voo
O piloto, Álvaro Scarpini, de Itapema, teve um pouco mais dificuldade. Mesmo assim, chegou 15 minutos depois de Gonzalez. “Estava um pouco difícil sair de Foz do Iguaçu”, explica ele que tem 44 anos e está há dois na aviação.
Contente estava outro uruguaio. Leonel Dominguez e seu co-piloto, Alexandro, exibiram com orgulho a bandeira de seu país assim que colocaram os pés em terra firme. “Foi a primeira vez que cruzei a fronteira do Uruguai com o Brasil”, revela Dominguez.
Leonel cruzou pela primeira vez fronteira do Uruguai com o Brasil
Leonel cruzou pela primeira vez fronteira do Uruguai com o Brasil (Bruna Kobus/Jornal O Comércio)
Com 16 anos de aviação, Flávius Neves assina a organização do evento. Ele é de Porto Belo e não esconde que inspirou-se no modelo já desenvolvido no Uruguai. No país, a aventura é custeada pelo governo. “Aqui é diferente. Cada piloto paga suas despesas”, sorri. “Mas a ideia é conhecer outros lugares, viajar juntos”, conta.
Em relação às despesas, a exceção fica por conta da hospitalidade de cada cidade. Em União da Vitória, por exemplo, os pilotos e seus acompanhantes sentarem-se à mesa patrocinados pelo Asas do Iguaçu. Logo após o almoço, o grupo voou alto, de novo. Ainda hoje, pousam em Itapema, ponto de partida da aventura.
Bruna Kobus/Jornal O Comércio


y aqui fotos de los participantes Uruguayos




Felicitaciones a Leonel Dominguez  y a Alejandro Gonzalez



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